Bombeira sensualiza na internet e é demitida após ser advertida

A norte americana Presley Pritchard, de 27 anos, era bombeira e trabalhava como paramédica na Evergreen Fire Rescue, em Montana, nos Estados Unidos, porém, ela também atuava como influenciadora fitness e sempre compartilhava os treinos com os mais de 140 mil seguidores. Por este motivo, Presley foi advertida inúmeras vezes por estar tirando fotos sensuais, e postando nas redes sociais.
Em 2018, um membro do conselho recebeu um e-mail de um "contribuinte preocupado", que dizia que Pritchard estava exagerando na sensualidade na internet. A bombeira chegou a participar de uma reunião para dar explicações, mas, depois disso, pediu permissão para fazer um ensaio fotográfico para comercializar camisetas com os dizeres "Combata o fogo como uma garota!"
A permissão foi concedida, contanto que ela não usasse o logotipo da corporação. Depois de fazer as fotos, Pritchard recebeu uma carta disciplinar que alegava que ela havia violado duas políticas, que incluíam uma conduta que depreciava o departamento e o uso das instalações da Evergreen para ganho pessoal.
Ela recebeu um aviso prévio de cinco dias: se não apagasse as fotos, seria demitida. No entanto, a bombeira contatou um advogado e decidiu que não removeria as fotos, já que o departamento não tinha uma "política padrão de mídia social."
Algum tempo depois, a paramédica precisou se afastar do trabalho para se submeter a uma cirurgia. Quando retornou da licença, foi demitida.
Atualmente, ela busca na justiça uma compensação por salários perdidos, tempo e estresse emocional que a levaram a procurar tratamento médico. "Vários funcionários do departamento têm fotos de si mesmos de uniforme, em frente a caminhões de bombeiros e no departamento, em suas contas de mídia social", disse Pritchard na queixa.
“É importante ressaltar que o Departamento de Bombeiros da Evergreen não possui uma política de mídia social. Eu fui escorraçada devido minha aparência e minhas roupas de academia”.
Pritchard agora está esperando que o Estado investigue o caso, que pode terminar em um tribunal, se uma das partes não concordar com o resultado.
Com informações do Portal R7!

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